A Secção de Neonatologia, fundada em 1985, faz parte da Sociedade Portuguesa de Pediatria.
Integra como sócios os pediatras, neonatologistas e outros profissionais de saúde que se relacionam com os problemas dos recém-nascidos.

Tem como objectivos principais:
A formação e actualização contínua dos profissionais que se dedicam à neonatologia, promovendo e participando em seminários, reuniões temáticas e congressos nacionais e internacionais.
A identificação e investigação dos problemas neonatais portugueses, de modo a propor as melhores soluções quer locais, quer a nível nacional.
A promoção da investigação na área da neonatologia.
O entusiasmo dos seus associados tem permitido que ao longo destes 20 anos de existência, a Secção de Neonatologia se tenha vindo a afirmar interna e externamente como uma dinâmica associação de reconhecido valor cientifico na área da Neonatologia.

Queira por favor consultar o seu Historial e o seu Regulamento.

programa

A Direcção da Secção de Neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) para o triénio de 2008-2010, com um programa que traz novas propostas e mantém a continuidade em relação à experiência positiva do anterior triénio.

É nosso objectivo dar sequência a alguns dos projectos iniciados e estruturar outros que tenham como objectivos a dinamização do trabalho colectivo e a projecção internacional da Neonatologia Portuguesa.

Pretendemos que esta sociedade científica seja um espaço para todos os profissionais interessados na assistência ao recém-nascido e dê um contributo efectivo na dinamização da investigação científica nacional nesta área.

Face à recente criação da subespecialidade de Neonatologia pela Ordem dos Médicos, este novo desafio, impõe uma exigência crescente na diferenciação técnica e na competitividade além fronteiras.

É nosso desejo continuar a contribuir para a defesa da qualidade assistencial ao recém-nascido e o apoio à sua família.

Sendo cada um de nós determinante para o sucesso deste projecto colectivo e de acordo com as definições estatutárias actuais, apresentamo-nos como um grupo alargado constituído pela Direcção e por Grupos de Trabalho com objectivos específicos.

 

 

1. Formação pós-graduada

  • 1.1. Manter a realização anual da reunião monotemática, tipo seminário.

  • 1.2. Prosseguir com a realização da Reunião Internacional com periodicidade anual (ou bienal) em parceria com outras sociedades europeias de neonatologia.

  • 1.3. Promover e incentivar acções formativas de carácter teórico-prático, tais como imagiologia neonatal, avaliação do desenvolvimento, epidemiologia e introdução à investigação.

  • 1.4. Dar continuidade à Gala de Internos com periodicidade bienal, incentivando precocemente a investigação na área da perinatologia,

  • 1.5. Promover neste triénio a edição de uma monografia versando o tema "Nutrição no Recém-nascido".

 

 

2. Dinamização da Investigação Cientifica

  • 2.1. Dinamizar estudos multicêntricos nacionais e internacionais que valorizem e projectem a experiência nacional.

  • 2.2. Discutir e actualizar consensos de prática clínica com a exigência de uma medicina baseada na evidência. Propomo-nos, assim, enquanto sociedade científica, contribuir para tal objectivo, promovendo a revisão regular dos consensos em neonatologia.

  • 2.3. Manter a Bolsa de Investigação em Neonatologia , criada com o patrocínio dos Laboratórios Abbott.

  • 2.4. Dar continuidade à participação da Secção no Registo Europeu da Paralisia Cerebral.

 

 

3. Registo Nacional de Recém-nascidos de Muito Baixo Peso

  • 3.1. Manter a responsabilidade pelo registo e seu financiamento.

  • 3.2. Reforçar a cooperação com o Coordenador Nacional, assim como zelar pelo cumprimento das regras de funcionamento desta Base de Dados.

  • 3.3. Participar na concretização do registo de seguimento aos 3 e 5 anos.

  • 3.4. Superar as dificuldades actuais no registo on-line e participação na Euroneonet.

 

 

4. Cooperação com outras sociedades e instituições

  • 4.1. Manter e reforçar as relações com a Unidade de Vigilância Pediátrica, sendo a SPP o nosso interlocutor.

  • 4.2. Alargar a articulação com a Sociedade Portuguesa de Obstetrícia, Associação de Diagnóstico Pré-natal, assim como com outras sociedades perinatais.

  • 4.3. Manter a participação da nossa Sociedade na União Europeia das Sociedades Neonatais e Perinatais (UENPS) e a cooperação com a Sociedade Ibero Americana de Neonatologia.

  • 4.4. No âmbito da formação pós-graduada, manter a cooperação com a Ipokrates.

  • 4.5. Manter interacção estreita com: Comissão da Mulher e da Criança, Comissão da Criança e Adolescente, Alto Comissariado para a Saúde, Direcção Geral de Saúde e Ministério da Saúde.

  • 4.6. Manter uma ligação funcional com o Colégio da Ordem dos Médicos cooperando na implementação de condições necessárias para o desenvolvimento da Subespecialidade de Neonatologia.

 

 

5. Melhoria da comunicação

  • 5.1. Melhorar a funcionalidade do website da Secção, actualizando os conteúdos, disponibilizando uma informação actualizada das iniciativas programadas e tornando-o um instrumento de comunicação útil e amigável para os profissionais e não profissionais.

  • 5.2. Manter um boletim informativo de impressão gráfica, a ser substituído posteriormente pelo modelo on-line.

 

 

6. Intervenção social

Colaborar na concretização de uma Associação de Apoio à Prematuridade que tenha como objectivos a promoção do crescimento e desenvolvimento do recém-nascido pré-termo, bem como o apoio às suas famílias.

 

 

7. Aspectos organizativos

  • 7.1. Promover a discussão da passagem da Secção de Neonatologia a Sociedade de Neonatologia, intimamente ligada e em estreita cooperação com a SPP, sendo esta o nosso interlocutor preferencial. Esta perspectiva é justificada por: 1) crescimento e diferenciação técnico-científica da nossa actividade, legitimada pela recente criação da subespecialidade; 2) melhor funcionalidade e parceria na interface com a Europa (onde não existem secções de neonatologia, mas sim, sociedades; 3) dificuldades burocráticas, legais e fiscais actuais, nomeadamente a necessidadede obter número de identificação fiscal e uma contabilidade organizada.

  • 7.2. Manter a viabilidade económica, tendo em conta as limitações actuais orçamentais da indústria farmacêutica. Deve ser considerado o alargamento de apoios a outras entidades e empresas não relacionadas com a indústria farmacêutica.

  • 7.3. Manter a possibilidade de convocar reunião com o Órgão Consultivo sempre que se coloquem questões relevantes.

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